Quality Assurence de Acessibilidade:

Conteúdo informativo sobre o tema.

“Como é ser QA de acessibilidade?”

Prosa com o desenvolvedor Bruno Pulis


"Perspectiva de uma Profissional"

Prosa com a engenheira de testes Nikita Jain

Quando o tema é incrivelmente importante, vale investir tempo. Aqui estão duas prosadoras apaixonadas por pessoas:


Elizabeth Fiennes apresenta o tema para iniciantes.


Tolu Adegbite fala sobre as partes manuais dos testes.


E mais duas reflexões...


A primeira:

1. Além de seguir os procedimentos dos testes de acessibilidade, o profissional de qualidade busca ir além do “óbvio” e se perguntar: a apresentação em tabelas é o melhor modo de apresentar determinada informação? O fato de estar com a semântica correta e de ser “acessada” por quem utiliza leitores de tela, não significa que seja a melhor opção. O usual nem sempre é o ideal. Fazer essa distinção é a contribuição que um QA pode oferecer.

Modais “pop up”, que abrem repentinamente, são exemplos de que o acesso apenas não garante satisfatória experiência do usuário. Outro exemplo vem das heurísticas de usabilidade para os formulários. Para assegurar clareza e previsibilidade nas ações que os usuários devem realizar, recomenda-se colocar rótulos (labels) na parte externa dos campos dos formulários, em vez de textos no interior dos campos de preenchimento, como detalha o artigo do "Nielsen Norman Group", especializado em Design.


E a segunda reflexão:

2. Ferramentas automáticas ajudam a detectar alguns tipos de problemas como, por exemplo, a falta de descrição das imagens ou o contraste fora dos padrões mínimos. Porém, testes automáticos cobrem apenas uma parte da validação das normas do WCAG 2.1. E necessitam de interpretação. Por exemplo, uma ferramenta que aponte a ausência da descrição na tag “alt” pode se referir a uma imagem decorativa. Nesse caso, não há necessidade de descrição e a tag pode estar com conteúdo vazio e entre aspas.

Somente pessoas podem aferir sobre a usabilidade e a acessibilidade de produtos e serviços com a maior acuidade possível. Por exemplo, se a moldura do foco visível recair sobre as letras e prejudicar a leitura, essa evidência uma ferramenta não tem como mensurar. Acessibilidade não parte de regras, técnicas ou ferramentas. Parte das pessoas e suas necessidades.